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é só uma formalidade - cena curta (2008)



Ele se prepara para uma viagem urgente. A notícia da morte do pai o obrigará a rever aquilo que foi deixado no passado. A família, o amor fracassado, a vida da qual abriu mão. Seu retiro é inesperadamente abalado. Cumprir tal formalidade implicaria em voltar à velha casa, apresentar-se diante daqueles de quem decidiu se afastar.
Rindo da própria vida, arruma as malas sem saber se viaja.
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Livremente inspirada em "Solo los giles mueren de amor", de Cesar Brie, a cena curta foi criada a partir das pesquisas do grupo sobre a literatura dramática latino-americana. O monólogo de Cesar Brie serviu de ponto de partida para a construção da situação tratada e dos questionamentos por ela evocados. O palco praticamente nu, contando com apenas uma mala e um piano, oferece o espaço vazio para que os dois atores o preencham com o jogo de ações e presenças.

Estreia: 12 de junho de 2008 - Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto.


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Ficha Artística:
Supervisão teórica de processo: Sara Rojo
Direção: Italo Laureano
Assistente de Direção: Polyana Horta

Atores: Marcos Coletta e Sérgio Nicácio
Produção: Rejane Faria
Adaptação de Texto: Marcos Coletta e Sérgio Nicácio

Figurino: Carloman Bonfim
Iluminação: Marina Arthuzzi
Música: Sérgio Nicácio e Luiz Rocha
Realização: Quatroloscinco - Teatro do Comum